31/03/2010

GVT Nâo Abre o Olho!







A quem interessar possa;


Esta empresa deve ser coordenada em Pernambuco por um cego! homem sem visão ou mal assessorado.
Meu caro senhor diretor de ações estratégicas da GVT,
o senhor deve estar sofrendo de alguma deficiência que o impede de perceber as reais áreas de desenvolvimento da internet na grande Recife.
São as classes B, C e D que estão crescendo o número de usuários de internet, e você meu senhor, ou sua equipe não percebe.
Os bairros mais carentes em internet no Recife continuam carentes, de que forma a GVT vem se posicionar como inovadora no mercado se não percebe a coisa mais clara que há no setor? Os grandes buracos que existem no fornecimento de serviços?


Me admira logo a GVT, ser tão imprudente.


Pelo que já ouvi da empresa eu esperava uma conduta menos xexelenta ortodoxa.


Mas, para contrariar os bons ventos, a empresa simplesmente deu as costas para o investimento democrático no desenvolvimento da internet. Prefere apostar no nichos já consolidados, nas áreas onde atuam todos os provedores de internet. Talvez queira ferir estas empresas logo no nascedouro do seu capital.


Porém, esquece-se que onde os serviços são mais débeis é onde há maior facilidade em consolidar-se como líder no setor, ampliando não só seu número de clientes, mas também ampliando a rede de internautas da cidade e do país.

E é aí que está o diferencial de uma empresa com visão estratégica.

Afora o fato de que cidades vizinhas como Olinda, Nazaré da Mata, São Lourenço e a nobre Nova Iorque brasileira Paudalho estão de fora do interesse de ampliação de consumidores da GVT.

Se a GVT é tão boa assim como dizem por aí, quem é cliente não deve querer mudar nem tão cedo, contudo, quem já está satisfeito com um serviço de X ou Y não tem assim tanto interesse em mudar pra GVT.

Nas atividades de uma empresa o crescimento uma hora estanca, e é nesse ponto, que as ações que deveriam ter sido tomadas e não foram vêem à tona. Daí em diante começa o declínio.

Todos sabem disso. O importante é afastar o ponto de estagnação para o mais longe possível

GVT abre o olho!

Ass.:

um entre tantos possíveis clientes da GVT, dos quais ela nem tem conhecimento que existem.
* possível cliente de outras empresas também a que interessem fornecer serviços de internet de qualidade.









Resto do Post

Direito de Resposta

Vamos aos esclarecimentos,

1) O blog é aberto para todos os membros ou seja não tem UM "comando" como você esta dizendo, qualquer usuário cadastrado pode entrar e modificar, e como fazer isso? é só pedir a senha que você sabe, eu sei e Jairo também, simples assim.

2) Que eu me lembre, essas "mudanças" quem prometeu foi você, desde as férias se não me engano, e semana passada disse na frente de todos que iria fazer a "revolução" do blog e até agora...nada...cric..cric..só fez bagunçar por aqui.

3) E para finalizar, como já diz o nome do blog AQUINADAÉLEGAL então se está achando ruim, QUE SE MUDEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!!

Thiago Mattos.

30/03/2010


É última vez que posto no blog, ninguém se entende a respeito das mudanças, do layout etc e tal.

Sugiro o nome de Jairo para comandar o Blog, só não escolham Thiago, porque é a mesma coisa que nada em termo de mudança, como protesto estou deixando o blog o mais bagunçado possível para não sobrar nada da "antiga" administração, quando for feita a mudança.

Vou ser membro de um blog que criaram a pouco tempo AQUI TUDO É LEGAL!!!!!!

Boa Sorte pra quem fica!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


28/03/2010

Excelente F-1 2010!!


Um dos melhores GPs de F-1 dos últimos anos. Assim foi o último GP de Melbourne, Austrália.

A coisa já prometia pelo grid de largada, tínhamos uma conjectura muito interessante, que foi tema aqui do post anterior. Mas confesso que nem eu esperava uma corrida com tanta coisa acontecendo. Pra começar a chuva chegou antes da largada fazendo com que todos largassem com pneus intermediários, numa largada fantástica, F. Massa saiu de quinto para segundo, Alonso que saía em terceiro recebeu um toque de Button por trás e acabou rodando, logo de cara a bandeira amarela e o safety car na pista. Após algumas voltas com o safety car a corrida continuou com bastante emoção. Alonso e Schumacher vinham lá de trás devido a choques na largada, tentavam de tudo para chegar no grupo da frente. R. Kubica teve um desempenho sensacional, veio o tempo todo brigando entre os líderes com sua Renault. Barrichello, sem carro pra disputar a ponta, brigava alí atrás pela nona colocação. Outro piloto que vinha forte era Hamilton, mas esse mais pra frente eu explico o por que, não estava em igualdade de condições com ninguém. A medida que a pista secava e ia formando trilhos, os pilotos se arriscavam a usar pneus moles slick. O primeiro a tomar a decisão arriscada foi J. Button, sofreu na primeira volta com o controle do carro e a pista ainda molhada mas logo se viu que era o momento da troca sim, e todos seguiram o mesmo caminho. Button vinha baixando cada vez mais o tempo. Enquanto isso, Schumacher e Alonso vinham abrindo caminho entre os carros de trás, o espanhol, muito mais rápido, já se encontrava entre os 10 primeiros em pouco mais de 10 voltas. Esse esforço inicial com os pneus lisos e moles lhe comprometeria mais pra frente o desempenho do carro.

Vettel era líder seguido por Button e Rosberg, logo mais estavam Massa e Webber e Hamilton. Hamilton e Webber se enroscaram e o pior foi pra Webber que perdeu posições.

Mais uma vez a RBR de Vettel lhe tira uma vitória, problemas de freio fizeram com que o alemão saísse da prova. Neste momento Button seguia pra faturar o GP, enquanto a briga dos que vinham atrás era intensa, e ainda eram os mais rápidos da corrida. Hamilton, Alonso e Webber. Contudo o que me surpreendeu foi que Alonso após a colisão no inicio vinha com o tanque cheio ao contrário dos outros dois que tinham o carro leve pra correr a vontade, e ainda assim, viravam na mesma balada do espanhol.

Contudo a estratégia da Ferrari comprometeu o desempenho final dos seus pilotos, Alonso e Massa tiveram que guiar por muito mais tempo com pneus desgastados e freios nas últimas, principalmente Alonso que teve todo o trabalho para sair da décima oitava posição e chegar alí na frente.

Foi dessa forma que no fim do GP com um pit stop a mais e consequentemente pneus mais novos e uma mistura mais rica de combustível que Hamilton e Webber chegavam para brigar com Alonso, Massa e Kubica, respectivamente quarto, terceiro e segundo lugares. Hamilton e Webber tentavam de tudo pra passar Alonso, e mais uma vez o menino mimado da F-1 fez lambança, depois de tentar de todo jeito passar Alonso sem sucesso, tentou nas últimas se colocar por fora numa curva ao que o espanhol lhe fechou a porta e atrasou a freiada, fritando os pneus, Hamilton então se enroscou com Webber e os dois saíram da pista. Mais uma vez, pior pra Webber que perdeu mais posições. Neste ponto Rosberg já chegava pra brigar com eles e depois ficou no encalço de Alonso até o fim.

Enquanto tudo isso ocorria, Button abria cada vez mais para vencer a prova.

O campeão do ano passado já tem uma vitória, igualando-se a Alonso.

A F-1 está ficando muito boa esse ano. Não fosse a quebra de Vettel e o toque em Alonso no início, esta corrida poderia definir outros líderes para o campeonato. Com essa já são duas que Vettel perde liderando e após garantir a pole. Quando começar a vencer, o alemão será um adversário sério ao título.

1- Button

2- Kubica

3- Massa

4- Alonso

5- Rosberg

8- Barrichello

Até o próximo post!

Resto do Post

Melbourne de madrugada!!


E estamos aqui, direto, no aquecimento para o GP de Melbourne!!!

Esta corrida promete, promete muitas batidas, como sempre.

Por ser um circuito de rua, muita coisa acontece, temos algumas surpresas na classificação. Alonso é o melhor colocado da Ferrari, isso não é surpresa, e sim saber que Massa já leva 0.7 s para o companheiro. Meu Deus!! Aonde vamos parar. E também saber que as RBR estão na frente. Button larga logo atrás de Alonso, em quarto. Hamilton que se deu mal, larga em décimo segundo. Com o mesmo carro. Eita vexame.

Schumacher larga novamente atrás de Rosberg, em sétimo, logo a frente de... de... Rubinho Barrichelo, a surpresa com a Williams. Se chover, ele tem chance de chegar entre os 5, senão, já viu!

Com todas essas configurações, esta corrida promete ser bem melhor que a primeira. Daqui a 2h saberemos disso.

Até o próximo post!!

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27/03/2010

Estágio




Antes de mais nada, vamos apreciar (ou não) o novo formato do blog!!! Graças ao nosso amigo Thiago Emo, este blog ficou no abandono total, mas deixemos o passado de lado e vamos em frete.
Bem, quero falar de uma coisa muito importante (ou não) na vida de um universitário, o Estágio. Ele vem sempre marcado de "magníficas" histórias contadas ao logo do anos por muitas pessoa. Portanto, deve-se tomar muito cuidado antes de aceitar um Estágio sem conhecer direito a empresa em que você vai estagia, sua referência no mercado de trabalho e a qualidade com que administra seus funcionários.

Eu recentemente estagiei em uma empresa da construção civil, relativamente grande e de grande poder influência no mercado. Esta empresa foi a Rio Ave Construções, dotada de um histórico de grandes obras pela região do Recife (especialmente em Boa Viagem), chegando a ganhar no ano de 2009 o prêmio Master da Ademi 4 quartos.

Posso dizer que estive nas mãos de dois bons engenheiros e um supervisor. O começo claro, foi difícil, no meu entender no que diz respeito a confiança que você ainda não possui, principalmente se tratando do meu primeiro estágio. Lembro-me como se fosse hoje, o primeiro dia de trabalho o Engenheiro me levou para dar uma volta por toda a obra, me explicando como funcionava a gestão da empresa e principalmente quem a comandava (risos). Me falou de Dr. Alberto, o carrasco de qualquer um na obra, do servente até o supervisor. Ouvido aquele relato de como era está na presença começava a imaginar o duro caminho que tinha que trilhar, e que certa hora ouviria pelas costas de surpresa: "O Curalho, qué que tús tas faziendo ai parádo" Era uma coisa que vinha treinando, não rir se isso viesse a acontecer, porque ao meu ver era muito engraçado como todos na obra falavam dele, era aqui era ali, sempre tinha alguém imitando um português falar besteiras. O que me fez criar pensamentos tão absurdos dele, que quando o vi na internet, disse para mim mesmo: "não é possível que seja esse senhor de idade?" eu viria a concretizar um velho ditado inglês que diz : "não julgue um livro pela sua capa" E É VERDADE!!!

Minha maior dificuldade foi com relação ao meu cabelo, logo quando cheguei todos os trabalhadores da obra me olhavam rindo, talvez por esse motivo tenha desenvolvidos uma filosofia de trabalho um tanto Maquiavélica. Os primeiros dois meses foram de adaptação, mas diria que já estava tudo caminhado na minha cabeça como deveria ser o trabalho ao longo da minha estadia na Rio Ave, ganhei confiança quando "sozinho" fiz descer 14 trilos de não sei quantos quilos (só sei que eram três para somente levantar um deles), o complicado que a operação se dava através de um conjunto de esforços realizados, 4 homens na cobertura para apoiarem os trilhos, 3 no 23° andar onde estavam os trilhos e 2 na rua apoiando os trilhos (para que não batessem na fachada), me lembro que peguei 4 radios no almoxarifado, distribui entre todas as equipes e eu fiquei com um no 23° andar (onde estavam os trilhos), hehehehehehe (risos) não percebi que o rádio (que só tinha uma freqüência para toda a obra) resultado, eu morendo de berrar la de cima com os caras da cobertura e la do terreo "puta que o pariuuuuuuuu estica o pooooora dessa corda direito, estiiiiiiiica a corda pooooooora, estiiiiiica estiiiiica estiiica, vai bater no vidro pooooooooora estiiiiiiica logo esse caralho" e o pior de tudo foi que tinha um cara em especial que eu estava "gritando" mais que os outros, era o Dêdê, "Dêdê poooooooooora estica esse cacete, estiiiiiiiiica essa porra logo Dêdê" acho que desci lá para baixo umas 5 vezes para reclamar com Dêdê. Depois deste episódio, todos na obra ficaram tirando sarro da cara do Dêdê, porque estavam escutando tudo pelo rádio e ninguém veio me falar nada (claro que de propósito).

Assim que voltei das férias de 15 dias, já em janeiro, veio o período que jamais vou esquecer, primeiro o desligamento de um dos engenheiros da empresa, isso fez com que tudo que estava parcialmente programado fosse desconsiderado, o pepino de pendências de entrega da obra para o Habita-se, hehehehehe (risos) acho que perdi 4 a 5 quilos no período de 1 mês, ganhei um celular da empresa para resolver um bocado de problemas, e digo, foi a melhor experiência que tive nos meus 6 meses de obra, liga para um, dois, três e para mais pessoas que pudessem resolver "meus" problemas. Até que um dia o Supervisor da empresa me mostrou por que era supervisor, em uma burocracia para ver quem instalava um equipamento ele solicitou para mim pegar nome de cada um daqueles presentes e preencher um formulário da Iso confirmado que tudo estava ok, foi quando eles deram um passo para trás e disseram: "perai vamos abrir para lhe mostrar" Que nada, a instalação nem sinal de pronta estava, foi quando eles pegaram suas ferramentas e corrigiram tudo que estava fora dos conformes. Depois de todos sairem do local, o Supervisor virou para mim e disse: "viu se nós tivéssemos deixados eles irem embora sem forçar eles a assinarem esse documento, teríamos nos ferrado" e realmente ele estava certo, seria um desastre já se tratava de um serviço muito caro.

Ficou para mim a satisfação de ter estagiado em um lugar bem visto pelo mercado de trabalho e também prazeroso de se trabalhar (quando Dr. Alberto não está na obra), infelizmente tive que deixar-lo, por vários motivos dentre os quais não posso combater, mas fica o aprendizado que tive e os poucos grandes amigos que lá formei.



21/03/2010

21 de março!



Hoje se estivesse vivo, Ayrton Senna da Silva estaria completando 50 anos.

Quem não acompanhou a F-1 no final dos anos 80 e início dos 90 não tem idéia do que significava acordar num domingo de manhã e sintonizar no canal 13 para assistir a corrida do dia. Geralmente era isso que acontecia na maioria dos lares com televisão no Brasil.

Acordar no domingo era bom. Começar a semana assistindo a Ayrton Senna era algo indescritível. Seja como fosse. Com ele largando na frente, em alguma de suas 61 poles, ou largando mais atrás, com o carro bom ou ruim, sabíamos que alí haveria uma pessoal com uma capacidade incrível de brigar até o último instante pela vitória, ou pelo melhor que pudesse conseguir.

Ayrton Senna, mais que um piloto, foi um símbolo de luta. Por muito tempo o orgulho de muitos brasileiros crescia ao assistir tais corridas. Senna foi e é uma referência de dedicação, de disciplina e de força. Sua capacidade de lidar com adversidade era imensa. Seus pensamentos e sitações estão em livros mas mais do que isso, estão na memória de quem acompanhou sua carreira. Tímido e simples, aguerrido mas também leal.

Eu torcia para Piquet quando era pequeno, aos poucos fui vendo crescer Ayrton Senna dentro da F-1. Minhas memórias não são tão claras, mas lembro-me contudo, do sentimento que nos unia, meu pai, meu tios, eu, e alguns anos mais tarde meu irmão. Éramos muito parecidos com as torcidas de futebol. Tínhamos um sentimento de paixão parecido com o que o torcedor sente por seu time. Era assim.

Hoje, quem assite a F-1 e não viu essa época não sabe o que foi esse sentimento.

Não sabe o por que de tanta gente no velório de Ayrton quando seu corpo chegou ao país. As pessoas pararam o trabalho, saíram nas ruas, isso tudo acompanhei pela tv. Naquela época não havia esse estardalhaço da mídia de hoje, com esses repórteres todos, ainda assim, a tv parou para transmitir ao vivo o cortejo imenso.

Só vi algo parecido com a morte de Tancredo Neves. Ainda assim, creio que é incomparável com o que se sucedeu naqueles dias de março de 1994.

Lembro de Senna no programa da Xuxa, num sábado de manhã, era fim de ano e ela, que era namorada dele, aproximava o piloto ainda mais das crianças. Antes de heróis de futebol, nosso herói era Senna. O Brasil não era campeão de futebol há mais de 20 anos, mas éramos campeões de F-1, Tricampeões! Antes de qualquer craque de futebol, havia Ayrton. Hoje, é impossível comparar essa dimensão de ídolo nacional. Não vejo ninguém no esporte com a força representativa de Ayrton.

Recentemente uma revista o apontou como o piloto mais veloz de todos os tempos, numa pesquisa entre jornalistas e especialistas.

Essas pesquisas geralmente não tem muito sentido. Mas isso me fez lembrar de um dos tantos fatos que propiciaram esta votação. Em Mônaco, 1988, nas tomadas de tempo, Senna conseguia ser um segundo e meio mais rápido que Alain Prost, já campeão mundial e com o mesmo carro. Os outros pilotos só faziam fila para serem ultrapassados.

Ayrton Senna nos enchia de força e orgulho pra começarmos a nossa semana.

Esses sentimentos só existem agora na memória de quem pode acompanhar esses momentos. É como quem viu Pelé jogar, quem nasceu depois só tem as histórias, as imagens, mas nada disso é a mesma coisa que ver tudo acontecer alí, na hora, ver a história do esporte ser escrita.

Senna, descanse em paz!



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