03/10/2009

Estás em LA?


Se você estiver em Los Angeles, Califórnia, uma surpresa mais que interessante acontecerá neste domingo. No Orpheum Theatre se apresentará Thom Yorke, com sua nova banda, tocando canções do seu disco solo The Eraser, e canções novas “para testá-las”. A banda de Thom é composta pelo seu colaborador de longa data e produtor, Nigel Godrich, também Joey Waronker – baterista de Beck, e Elliott Smith -, Flea dos Red Hot e o brasileiro Mauro Refosco. A banda fez uma apresentação ontem à noite. Infelizmente não pude ir devido a incompatibilidade de horários e provas mas, a banda estará se reunindo novamente às 20h para mais duas apresentações no Orpheum, dias 4 e 5. O preço do ingresso, 47 dólares. Vale a pena! No show surpresa dessa sexta, no Echoplex, os ingressos chegarem a ser vendidos por 3 mil libras. Na platéia, segundo NME, estavam Kim Gordom do Sonic Youth e Ellen Page, atriz de Juno. Para ver um trecho da apresentação, http://www.youtube.com/watch?v=Cqkw84ezZxM.

Tempo para um café!

Rio 2016?


Vou começar logo pelo que interessa, depois desse período de ausência aqui no blog. Olimpíadas 2016, ou deveria dizer olim-piadas. Não cairei na conversa fiada do governo-mídia que estão em comemoração, 24 horas trôpegos, com o anúncio feito ontem pelo comitê olímpico. Enfim uma olimpíada no Brasil! Enfim uma olimpíada na América do Sul! Eu gostaria de pensar aqui com meus caros leitores, que tenho certeza, vão participar dessa discussão a respeito da importância de uma olimpíada para um país. Pra quê serve uma olimpíada? Há diversos olhares sobre o assunto. Mas em termos de interesse nacional, uma olimpíada só serve, se a mesma tiver algum impacto positivo no desenvolvimento do país, e, o mais importante, se o mesmo compensa todo o investimento necessário. O que o Brasil pretende com uma olimpíada? Vejamos a situação em termos práticos, o Brasil é um país cujo crescimento médio ao longo de 19 anos é ridículo. Em comparação com a média do crescimento econômico mundial, o Brasil sai perdendo feio. Enquanto no período de 1991 a 2003 o Brasil teve uma média de crescimento de 1,98%, no mesmo período a taxa mundial foi de 4,14%. Isso quer dizer que estamos nos “desenvolvendo” mais devagar que a média da maioria dos países do mundo, que inclui, países em guerra civil, ditaduras, regimes religiosos atrasados, etc...

O que um país desse porte pretende com a realização de uma olimpíada? Não sei. Sei o que perdemos. Uma olimpíada, em um país como o nosso, atrasado em termos de tecnologia, atrasado em termos de mercado, atrasado em termos de organização, terá seus investimentos competindo diretamente com os investimentos sociais necessários ao REAL crescimento e desenvolvimento do mesmo. Essa história de que as olimpíadas trazem um avanço para o país é conto da carochinha. Talvez, traga um maior número de turistas e faça uma propaganda (que pode ser positiva mas também negativa) da nação aos “ignorantes internacionais” que não sabem que a capital brasileira não é o Rio de Janeiro e sim Brasília. Moro em Recife, uma das capitais do nordeste, e aqui temos o abastecimento de água em racionamento há mais de uma década. Quando terei água em minha casa como os americanos de Chicago, tão inteligentes, que não quiseram a realização das olimpíadas lá, pelo alto grau de dinheiro investido em obras faraônicas. O percentual de residências com saneamento básico é ridículo, não só aqui, mas também em todo o Brasil, principalmente regiões do norte-nordeste. Nosso sistema de ensino é vergonha nacional já faz tempo. Como queremos nos desenvolver se investimos tão pouco e tão mal em educação e ciência?

Nenhuma olimpíada trará benefícios nas áreas que o país mais precisa. Educação, ciência, saúde. Dinheiro mal investido será esse. E o pior, como em exemplos anteriores, vide Panamericano, as obras brasileiras terão o já tradicional superfaturamento com desvios monstruosos e empresas sem ética dirigindo as ações, políticos mamando na teta, empresas comendo de todos os lados dinheiro público e o povo, bem o povo... Os brasileiros estão comemorando as olimpíadas como uma vitória. Mal sabem que apenas 0,038% da população poderá comparecer aos eventos. E que essa audiência será, majoritariamente composta por abastados que poderão pagar os altos preços dos ingressos. Então, você, carioca de faixa de renda média pra baixa, deixe de comemorar.

Enfim, toda essa história só vem me lembrar que o povo realmente é burro. O atraso do país é o próprio brasileiro.

Quando saberemos que os interesses da emissora (cuja sede está no Rio), não são os nossos?

Vimos os nossos políticos chorarem, nossos heróis, atletas, representantes chorarem com a conquista da realização dos jogos. Quando vamos ver os mesmos chorarem com as conquistas sociais de que realmente precisamos, quando chorarão eles, a vitória da educação, da redução da desigualdade, do sistema de saúde, do brasileiro comum?

19/09/2009

Molotov, primeiro dia(primeira noite).


Era pra ter sido diferente. Pra ser curto, não gostei do Molotov neste ano. Já digo logo também que não pude assistir à primeira atração Jam da Silva, infelizmente. Já não tinha muitas esperanças de ver um show fantástico, mas a gente sempre tem uma esperança boa e, como no ano passado houve o show fantástico do Owen Pallet, eu tinha em mente que talvez, houvesse algo semelhante. É certo que ano passado além de Pallet, tinha também Marcelo Camelo e o Hurtmold que se mostraram uma boa atração, não só pelo apelo de público como muitos argumentavam. Este ano, o Molotov correu atrás para trazer Beirut. A banda que primeiramente havia assinado com o PercPan para alguns shows no Brasil tinha ficado conhecida para o grande público, pela música incluída na minisérie Capitú. Era o grande nome para agregar gente ao evento e como estratégia de marketing, funcionou bem. Os ingressos já estavam esgotados na terça feira anterior, em todas as lojas que os disponibilizavam. Eu fui com a esperança de que o Beirut fosse algo surpreendente assim como foi Pallet,um dos colaboradores da banda inclusive, ano passado. Alternando canções do Flying Cup (um muito bom álbum, diga-se de passagem) com outras do Gulag Orkestra e Eps, a Banda sempre teve o público do seu lado, desde o instante em que chegou no palco. Entretanto parecia que o som dos Beirut estava preso nas possibilidades dos 5 integrantes. Não sei com quantos integrantes costuma se apresentar a banda, mas em comparação com o som do disco, se percebia que a banda poderia soar muito melhor, a formação foi “enxugada” até dar no que se viu ontem. Só 5 no palco.

Mesmo assim, empolgaram os que ali foram para vê-los. Em alguns momentos o teatro parecia mais um show de rock, todos em pé. A organização do evento foi fraca, apesar de já se saber do problema na apresentação de Salvador quando o público “invadiu” o palco, convidado por Zach Condon, vocalista (por que os músicos extrangeiros acham que o brasileiro têm discernimento quanto dizem “cantem aqui conosco”?).

No final, só posso argumentar que para um ouvinte mais crítico, que queria acompanhar uma apresentação fidedigna ao álbum, não foi o que ocorreu. Por outro lado, para aquele que só queria interagir com a banda, gritar, exorcizar seus demônios, pular, enfim, entregar-se a catarse de emoções todas do encontro com os ídolos, o evento foi justo o que poderia ter acontecido de melhor. Para o Beirut, acho que Recife foi a melhor coisa que lhe aconteceu. Nenhum outro lugar os teria tido como uma atração principal tão estimada. É bem provável que retornem outras vezes à cidade, mesmo sabendo que a organização de eventos para o nordeste é sempre mais dificultosa, creio que esta foi a sua melhor interação com os fãs no Brasil. Receberam até uma rosa de uma garota que subiu ao palco no final da apresentação e, ao seu pedido, Zach retornou e tocou Forks and Knives, sozinho, com seu ukelele.

Outros contratempos tomaram conta do Molotov, a organização estava péssima, tudo sugeria que venderam mais ingressos que a capacidade do teatro. Muita gente, na verdade um mar de gente, estava de pé, os lugares ocupados, gente se sentando desde à metade dos degraus que dão acesso às fileiras até o palco. Pra completar, os organizadores das filas foram muito incompetentes e infelizes. Não souberam administrar as entradas e saídas do teatro. Enfim, estava um pandemônio. Um evento que quer se consolidar não pode deixar isso acontecer com o simples pretexto de que o povo é desorganizado. A platéia era mal educada, todo mundo conversava em voz alta durante a apresentação de Tié e Thiago Pethit, que por sinal, não disseram a que vieram (como sempre acontece com atrações suecas, desta vez a atração foi brasileira), soaram despreparados para o tamanho do festival, iniciaram perdidos, pisando em ovos, deslocados, sem saber como interagir e terminaram pior ainda. De uma maneira até melancólica, não se sabia nem se havia acabado ou não sua apresentação. Quando deixaram o palco era lamentável ver a quantidade de gente jogando no celular, conversando, dormindo, enfim.

O auge da desorganização ocorreu durante o show de Sebastién Tellier. Quem havia saído do teatro durante a apresentação fraca de Tié e Pethit, foi bloqueado em um dado momento na hora de entrar de volta por motivo este nunca esclarecido. Filas desorganizadas se formaram, e a organização mais uma vez perdida. Após 15 minutos esperando, fui perguntar aos seguranças o que inferno estava acontecendo, “estamos obedecendo à organização”. Que organização, eu perguntaria. Fui atrás de alguém com aquelas camisas pretas Molotov, “o que há minha amiga? Ninguém entra?”. A garota me explica que houve um problema e forçaram a entrada, estariam tentando se organizar novamente para então liberar o público. O que eu tenho haver com essa incompetência de vocês? Porque preciso esperar e, sobretudo porque a demora toda com a apresentação acontecendo lá dentro? “A área superior está livre”, disse. Não estava! E era muito mais difícil o acesso superior que o inferior. Tome tempo a passar e nada, as pessoas entravam de conta gotas, quando entravam. Mudamos de fila e ficamos aguardando o acesso superior, foi quando as filas inferiores começaram a adentrar o teatro com tudo, gente com latinha de cerveja na mão, comida, cigarros, etc. Não perdi tempo e saí da fila superior, corri e pulei o corrimão lateral para poder entrar. Alguns amigos conseguiram, outros não. Uma vergonha! Você vai ao evento na companhia dos amigos e fica se separando devido ao péssimo trabalho dos organizadores. Quando adentramos, depois de tanto tempo fora, ainda tivemos que brigar lá dentro por um lugar, não digo nem decente, mas que de onde pelo menos se pudesse ver direito o palco e se sentar. Sem cadeiras, sem acesso aos amigos, sentamo-nos no chão. Nos degraus. E aí vimos um sujeito deitado no palco, tirando um som com a guitarra. Um som muito bom por sinal. Logo após trocou a guitarra pelo piano de calda e fez uma apresentação de intensidade, tocou La Ritournelle. Pronto, estávamos contagiados e capturados pela figura marcante de Tellier. Quando nos animamos de verdade, pela primeira vez na noite, o francês solta um agradecimento e sai do palco. Fim da apresentação. Coquetel Molotov que me perdoe, mas que grande incompetência! Eu deveria processar os organizadores, mas sei o quanto essas coisas são custosas e complicadas. Tamanha era a falta de respeito com o público, se perdia talvez a melhor apresentação da noite. Quem pode assitir tem condições de falar melhor. Mais uma demonstração de amadorismo do festival. É triste, inclusive, que poucas pessoas que cobrem esses eventos, com o suposto profissionalismo, mencionarão essas coisas.


Quando estava na aula de Heldio (que diga-se de passagem o melhor professor do período!!!!!) e Alexandre me perguntou "Rogério, Jairo ta perguntando se tu vai querer ir para o show que ele arrumou um ingresso!" naquele momento não pensei duas vezes e respondi que sim queria o ingresso. Não sabia eu, a longa aventura que me esperava!!!!!!!!!!
Para começar fui para casa tomar um banho e me arrumar para ir, esperando um telefonema de Jairo. Quando o telefone toca eu atendo pensando ser Jairo mas na verdade é meu avô, e digo a ele que vou para uma festa e portando não dormirei em casa, ele concorda e diz para eu ter cuidado na festa. Quando ponho o telefone no gancho ele volta a tocar, dessa vez é Jairo dizendo que iria chegar para me pegar em casa por volta de 10 a 15 minutos, digo OK para ele e desligo o telefone. Novamente, pelo mais incrível que pareça assim que eu coloco o telefone no gancho ele volta a tocar, eu puto para comer logo e escovar os dentes em apenas 10 minutos atendo-o, era meu avô dizendo "Rogério, cuidado com esse tal de Boa Noite Cinderela, é muito perigoso ouviu" e respondo para ele não consumo bebidas alcoólicas, mas mesmo assim acho que ele não acreditou, não sei por quê? Sempre demonstrei repúdio por álcool (ingerivel é claro, porque o a gel indispensável para minha higiene). Pois bem, desligo o telefone e vou direto a mesa comer um prato de macaxeira com queijo coalho, uma delicia de comida se não fosse o caso de comer uma rodela da mesma em duas mordidas, e depois ter que escovar os dentes. Finalmente termino tudo e pego as minhas coisas e vou de encontro com Jairo que me aguardava na esquina da rua, de lá vamos em direção a grande festa da noite, mas antes teríamos que fazer algumas escalas por alguns lugares.
Quando estamos na altura da Engefrio da Abdias de Carvalho (que na verdade é agora Avenida Sport Clube do Recife) o telefone de Jairo toca e ele me apresenta mais uma demonstração tecnológica muito interessante, o carro de dele é que atende as ligações e as efetua, uma maravilha, atendo uma ligação de nada menos que Thiago (não o Cigarrinho, e sim o Emo), falando que já está chegando à casa dele, mas primeiro tinha que passar na casa de Denise. Chegando lá eu e Jairo nos deparamos com Denise a nossa espera, pega a chave do carro sobe na garagem pega o carro e nos segue até a casa de Thiago, mas antes apanha uma amiga dela no meio do caminho (mas uma vez não lembro o nome da amiga que Denise, da outra vez foi no jogo do Brasil) e vamos de encontro a Thiago, mas isso com Denise seguindo eu e Jairo no carro, quando ela e forçada a parar por causa de um taxista muito burro (dessa vez você não teve culpa Denise, mas esperem para verem os relatos de algumas horas depois). Chegando lá Thiago estava na sua varanda nos observando e tentando "ajudar" Jairo a estacionar o carro, "Jairo eu to vendo uma vaga daqui de cima, mais acho que vai ficar um pouco para o lado da pista, mas não tem problema não" , termina com todo mundo combinando de voltar para o prédio de Denise e guardar o carro na vaga do seu apartamento, chegando lá Denise abre a portão da garagem para entramos com o carro, só que quando Jairo vai subir o carro morre e ele é forçado a desligar o ar-condicionado (também a ladeira da garagem tem quase 60 graus de inclinação, e o carro de Jairo é 1.0).
Vamos todos no carro de Denise para o show, no qual já se encontravam toda a galera (Murillo, Marcelo, Itamar, Alexandre, Beda, Rafaela etc.....), mas antes de chegar lá passo por momentos difíceis, primeiro Denise com aquele Bip que faz qualquer um pesar o motivo da instalação do mesmo, era só EMOÇÃO. Denise é a pessoa que mais consegue acertar os buracos das ruas má pavimentadas, é incrível. Chegando no Centro de Convenções nos deparamos com a taxa de R$3,00 por carro estacionado, eu par ajudar na cota colaboro com R$1,00, mas ai Denise me diz que eu tinha lhe dado R$0,25 centavos (que vergonha).


Chegamos ao Coquetel Molotov, e nos lembramos de outro show da noite, Alexandre Pires (hehehehe, sem comentários). Logo na entrada vejo que a movimentação é grande, pessoas alternativas é o que não faltavam lá. Até então fiquei passeando com o pessoal (a cada meio metro que Thiago andava era uma pessoa que ele cumprimentava, vai ser conhecido assim em Paudalho) e jogando conversa fora, logo tive vontade de assistir o que era esperado, trocamos nossos ingressos por pulseiras que dariam acesso para dentro do teatro. Ao chegar lá dentro me acomodei na minha cadeira e esperei o começo do show (até então estava super animado), mas quando o show começou.................................. Não a palavras que descrevam meu sentimento de ver aquela mulher com a roupa do Aladim cantando. Simplesmente horrível, uma desgraça total, e provando mais uma vez a lei de Murphy (se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará) um cara vestido de montanhista tocou simplesmente a música mais ridícula que eu já ouvi, o que mais me impressiona é como um produtor chama uma peça daquela para viajar de São Paulo até Recife, para tocar o que concerteza não era música.
Ninguém agüentou o baque, todo mundo(cerca de 70% das pessoas) foram para fora, para tentar passar o efeito da "droga" que aviam sido expostos!!!!!!!!!!!!!!
Mais uma vez do lado de fora, vi uma das cenas mais bizaras da minha vida, um cara moreno de cabelo um pouco maior que o meu de saia (estilo escocesa) uma fivela gigante em torno do cabelo, nem preciso falar do resto, que acho que quem foi se lembra da cena (como diz Murillo: "Lá em Paudalho, um cara desse é sacrificado") e comprei a água mais cara na história desse país, R$2,00 somente 500 Ml, é um absurdo é um roubo, era para eu ter levado a minha garrafa de 2L (mas infelizmente não posso, por problemas de saúde), foi a primeira água que eu posso dizer que tinha gosto (de tão lentamente que eu estava tomando). Quando decidimos todos irmos voltar ao teatro, acontece o inesperado, a segurança não deixava ninguém mais entrar (não me perguntem porque, eu também não sei) o primeiro vacilo que ela deu meio mundo de gente entrou inclusive eu, Jairo e Thiago (esses dois últimos driblaram com uma perfeição enorme a segurança dando um salto por cima do corrimão) eu fiquei esperando na escada os outros entrarem, e depois de aproximadamente 10 minutos isso aconteceu de uma maneira extremamente desorganizada. Mas por fim quando entro no teatro tem um cara deitado tocando guitarra, logo depois toca no piano seguido de bateria e guitarra, então acabou.....................
isso mesmo, acabou, ou seja. Fiquei do lado de fora esperando pessoal e perco o melhor do show, é UM ABSURDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Mais penso positivo, e digo para mim mesmo quem vai tocar é Beirut Poxa, para meu azar ninguém mais sai do teatro, ao contrário só chegavam mais e mais. Fico do lado no assento do lado esquerdo do teatro, como também Marcelo Murillo e Alexandre, Denise se encontrava mais a frente de nos, logo o show vai começar.
E como de se esperar quando Beirut entra no palco, o público vai a loucura, todos querendo subir no palco, mas Recife não é Salvador. Começam a tocar uma a bela música "Nantes" e depois o hit Elephant Gun, o teatro vibra com a melodia da música (que diga-se de passagem é muito boa) a partir dai o show vai de mau a pior, sei lá faltou na minha opinião faltou o brilho que é visto nas atuações da banda, sem falar na parte do show que a banda começa a tocar Aquarela, na minha opinião não ouve mais uma vez o brilho que acompanhava a banda.
Algumas vezes falava com os caras e eles tinham a opinião de que o show realmente não estava bom, Alexandre chegou a dormir na apresentação!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ao terminar o show todos, diziam a mesma coisa o show foi uma bosta, ai chegou Denise e falou que o show foi maravilhoso, a quem diga que ela era a mais animada no teatro (eu não sei, porque não soube como localizá-la na hora do show de Beirut) .
Por fim ficamos fora do Centro de Convenções, jogando conversa fora sobre o show, e digo que não era das melhores, só Denise mesmo gostou dele. Cansados e famintos decidimos comer em algum lugar perto e acessível, a escolha foi o Bugallo (no caminho minha vida e a de todos os passageiros foram postas em alto risco, Denise passava os cruzamentos e apenas buzinava de leve, se não fosse Thiago ela não teria posto força na buzina e quem sabe poderia ter acontecido) , todos comeram a vontade e contamos varias histórias, uma pessoa era muito falada nessas histórias, o nome dela será mantido em sigilo. E a história de Murillo atropelando o "velhote", hehehehe, todo mundo rindo, Jairo coitado não conseguia quase nem respirar, de tanto rir. E outras, Marcelo foi o narrador Observador da mesa.
Após nos despedimos no Bugallo de Marcelo e Murillo, partimos para mais uma aventura com Denise dirigindo, emoções é que não faltaram, e o pior na volta para casa de Denise vieram quatro pessoas no banco de trás (Itamar, Thiago, Jairo e Eu), não podendo usar cinto pelo desconforto que me causaria arrisquei e fui rumo a casa dela, chegando lá a ladeira de 60 Graus deu certo trabalho a Denise, que não soube como por o carro na sua vaga, o melhor foi Jairo quando tentando fazer uma curva para descer, mais o problema é que não dava, então sem conseguir controlar o carro (já que ela já se encontrava na rampa, Jairo fez o que poucos fariam e eu nem sei explicar, mais foi por pouco que ele não amassou o carro).

Para finalizar a Noite que terminou exatamente as 5h:30min, antes disso, saímos da casa de Denise como explicado na parte anterior, fomos (Itamar, Jairo e Eu) para casa de Thiago. Chegando lá ficamos no blá blá da noite que havia passado, tomamos (menos Eu) bastante café , depois fomos para Poli onde encontramos o Tabacudo do Magayver:
"EAIIIIIIIIIIIIIIIIIIII DOOOOOOOOOOOOIDO, MEU IRMÃAAAAAAAAAAAAAAAAAAAO"

Vou dormir agora!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

18/09/2009

o que estou ouvindo...

Dando inicio a essa nova coluna, vou deixar meus comentários sobre esse meu top 3.

  • Fleet Foxes - Excelente banda de Seattle, ai você pensa, outra banda grunge... ai que você se engana meu caro! Eles definem o som como “baroque harmonic pop jams” com influências de folk e rock clássico. Para aquelas pessoas que como eu, passam muito tempo no trânsito infernal aqui de recife e que não tem "saco" para ficar escutando essas rádios que só tocam hip hop e outras coisas desse gênero, é uma ótima forma de relaxar e "aproveitar" esse tempo parado. Portanto se tiverem a oportunidade escutem! >> www.myspace.com/fleetfoxes


  • Fleetwood Mac - Conheci a pouco tempo pelo meu amigo e também blogueiro Jairo, não sei muito sobre sua historia, sei que são britânicos. O album Peter Green's Fleetwood Mac o qual estou escutando no momento, já começa muito bem com uma cover do Santana "black magic woman", um som leve e em alguns momentos cheio de solos de guitarra devido aos seus 3 guitarristas. Vale a pena escutar.


  • John Mayer Trio - Por ultimo mas não menos importante vem o John Mayer, que tem sua carreira solo (boa também) porém quando se junta para formar o "trio" faz um blues de muita qualidade ( para mim é claro) tanto que vez ou outra é convidado para participar de festivais de blues junto com ícones como Eric Clapton, B.B. King e por aí vai. Solos bem elaborados na guitarra junto com a pegada do baterista Steve Jordan fazem o John Mayer Trio uma ótima banda para quem curti o gênero.

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